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Paciente: T.F.W, sexo feminino

Idade: 28 anos

Religião: aberta a aprendizado, sem religião ou crença específica

Ano e mês do atendimento: 1/2019

Ego tratado nesta regressão: Ego infantil e adolescente inferior

Tipo de regressão: Desligamento e Conscientização

Problema que a fez procurar ajuda: distanciamento do filho, sensação ininterrupta de culpa e vontade inexplicável de fugir da sogra

 

Enfatizamos que a Psicoterapia Reencarnacionista tem como uma de suas principais diretrizes, um absoluto respeito à Lei do Esquecimento, ou seja, realiza Regressões obedecendo a Lei do Esquecimento, conforme cita o “Livro dos Espíritos”, na questão 399 a respeito do “Esquecimento do passado”:

 

“Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse.  Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade. ”

 

Caso

 

T.F.W buscou atendimento com regressão, devido a sensação de distanciamento do filho, sensação forte de culpa sem motivo aparente e problemas de relacionamento com a sogra.

 

Obs.: este é um resumo dos pontos focais da regressão, já que a mesma, em alguns casos, chega a duas horas de duração.

 

História da regressão: O padre arrependido

 

Após a meditação inicial, T.F.W elevou sua frequência para alinhamento com sua mentora, iniciando a regressão.

 

A história começou com um padre, ajoelhado frente ao altar de uma antiga igreja, numa cidade que lembrava o sertão, de muito calor. O padre parecia muito triste e arrependido devido a algum fato que não ficou claro naquele momento.

 

Na cena a seguir, o padre aparecia visitando famílias na cidade, falando sobre as obras na capela, pedindo doações. Ele visitava muitas famílias, realizava orações e conversava sobre assuntos diversos.

 

Numa destas casas, o padre observava de forma diferente uma mulher. O marido ajudava muito a igreja, e o padre visitava esta família diversas vezes. T.F.W relatou que o padre e esta mulher tiveram relações, iniciando uma espécie de romance escondido.

 

Após algum tempo, apareceu uma nova cena, onde o padre já mais velho, observava com muito carinho um menino que atuava na igreja, como coroinha. Estavam sempre juntos, mas ao mesmo tempo, o padre sentia-se muito triste perto desta criança, isolando-se com sua sensação de culpa muito forte.

 

Em outra cena, apareceu uma senhora idosa, que visitava com muita frequência a capela. Tratava-se de uma senhora muito carente, que buscava o padre para conversar durante horas. Em muitas ocasiões, quando a senhora estava chegando a igreja, o padre escondia-se numa sala reservada, aguardando que ela fosse embora, pois tornava-se muito “chata” e inconveniente.

 

Numa próxima cena, T.F.W entendeu que o menino era filho do padre, e por isso ele sentia-se arrependido e triste, com sua ininterrupta sensação de culpa.

 

O tempo foi passando, o menino cresceu e o padre já muito velho e com depressão, morreu isolado, com forte sensação de culpa e arrependimento de não ter amado aquela criança como o pai que era.

 

T.F.W relatou que o padre avia morrido, e devido a sua sensação de culpa e arrependimento, sintonizou com zonas Umbralinas (astral inferior, onde muitas almas ligadas a terra e a sensações de baixa frequência estagiam antes de serem resgatadas. Sobre o Umbral, sugerimos estudos na linha do espiritismo).

 

Tratava-se de um local escuro, denso e que trazia a sensação de sofrimento. Em pouco tempo, o padre foi resgatado por “amigos espirituais”, quando em oração solicitou ajuda (geralmente, nas zonas umbralinas, o ser que está momentaneamente aprisionado nesta dimensão modifica sua vibração através do arrependimento e pedido de ajuda com oração ou mentalização sincera. Neste momento, muda sua frequência vibratória, sintonizando com amigos socorristas que trabalham nestas zonas densas).

 

Na próxima cena, T.F.W viu o padre em outro local, agora no astral superior (sobre astral superior, indicamos o filme e obra Nosso Lar, de André Luiz e Chico Xavier). Estava em uma espécie de maca, recebendo tratamento de muitas pessoas, até o momento que melhorou e começou a atuar na cidade do astral, aprendendo em grupos de estudo, até o momento em que se sentiu muito bem, o que chamamos na Psicoterapia Reencarnacionista de Ponto Ótimo.

 

Ainda em estado de sintonia com sua mentora, a mesma se apresentou. Tinha pele clara, cabelos ruivos e uma luz branca em seu entorno. Agora T.F.W viu a si mesma em outra dimensão, de muita luz, onde recebeu diversas instruções de sua mentora, as quais deixamos reservadas a T.F.W, pois trata-se do seu desafio reencarna tório pessoal.

 

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Na psicoterapia Reencarnacionista, não indicamos o reconhecimento de pessoas da vida atual (este é meu pai de hoje, está é minha irmã, este é meu filho...) durante a regressão, mas em alguns casos, o mentor(a) da pessoa assim escolhe, como no caso de T.F.W. Ela era este padre e estava sintonizada, em seu corpo mental e astral (para estudos dos corpos espirituais, indicamos a área da Teosofia, ou, envie e-mail para atendimento@saimon.selau.com solicitando este material, que enviamos estudos direcionados). Uma vida passada “vibrando com a vida atual”, é como um celular ligando. O trauma de outra vida, caso não seja entendido e trabalhado, pode continuar atuando, e nos tornamos “o personagem antigo”. Estas facetas da personalidade é o que viemos trabalhar através da oportunidade reencarnatrória, para purificar o corpo emocional e mental inferior através da reforma íntima da persona, missão que todos nós compartilhamos de formas diferentes e únicas. T.F.W sentia uma sensação de distanciamento do filho nesta vida, devido ao fato deste trauma do passado. Inconscientemente, sentia-se como o padre, culpando a si mesma, criando esta barreira. O filho de T.F.W nesta vida parece ser o mesmo menino daquela época, e ela entendeu que está livre para amar sem bloqueios. T.F.W relatou sentir uma liberdade única logo após a consulta e entendeu grande parte de sua missão nesta vida.

 

Obs.: lembram-se da senhora idosa que o padre fugia, escondendo-se num local reservado da capela por achar a mesma “chata”? Era a sogra desta vida. Estas impressões ficam, muitas vezes, não gostamos de alguém, mas sem explicação aparente, mas é devido ao fato de acontecimentos que estão por trás do precioso véu do esquecimento. T.F.W havia participado de um trabalho de apometria meses antes da consulta em outro local, onde uma pessoa disse que a sogra havia “roubado” seu filho em outra vida. Por este motivo, que a Psicoterapia Reencarnacionista respeita a lei do esquecimento, tendo como direcionador do trabalho o mentor(a) da pessoa que por fim tem esta missão junto ao ser encarnado.

 

Ensinamento de Joanna de Ângelis:

 

“És uma ganga bruta por lapidar. Se, exteriormente, a ganga é impura, tens no íntimo o brilho das estrelas, que te cumpre liberar. Começa agora o novo processo da tua vida. Dá-te oportunidade de provar a ti mesmo quanto possuis e conseguirá produzir. Experimenta o prazer de reconstruir o teu futuro e, de pronto, começarás a ser uma pessoa ditosa. ”

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