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Paciente: L. C. M

Idade: 30 anos

Religião: Católica

Ano e mês do atendimento: 1/2019

Ego tratado nesta regressão: Ego adolescente inferior

Tipo de regressão: Desligamento

Problema que o fez procurar ajuda: sensação de inferioridade. Falta de energia para finalizar projetos. Baixa autoestima.

 

Enfatizamos que a Psicoterapia Reencarnacionista tem como uma de suas principais diretrizes, um absoluto respeito à Lei do Esquecimento, ou seja, realiza Regressões obedecendo a Lei do Esquecimento, conforme cita o “Livro dos Espíritos”, na questão 399 a respeito do “Esquecimento do passado”:

 

“Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse.  Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade. ”

 

Caso

 

L. C. M buscou a Psicoterapia, pois tinha uma tendência a sentir-se inferiorizado. Parecia não ter motivação e energia para finalizar projetos. Estava entrando em depressão, devido a estas sensações que pareciam bloquear suas ações em inúmeras situações.

 

História da regressão: O castelo invadido

Início da regressão

 

Após a meditação inicial e aumento de frequência, L. C. M. entrou em sintonia com seu mentor, dando início a regressão. O personagem era um homem, que vivia na época medieval. Morava num pequeno castelo com sua família. Ao redor do castelo existia um vilarejo.

 

Na próxima cena, as pessoas apontavam para um grande rio, onde muitos barcos se aproximavam. Todos estavam com medo, com vontade de fugir, mas não havia para onde ir. Parecia não haver uma força de combate que pudesse enfrentar a invasão, pois os invasores estavam em número muito maior.

 

Eles chegam e pouco tempo depois iniciam o ataque. Eles não acamparam, apenas desceram e iniciaram o combate que praticamente não houve, acredito que por saber que estavam em número muito maior.

 

Eu tento fugir com minha família, estamos tentando chegar ao topo de uma montanha, é um grande massacre. Muitas pessoas correndo desnorteadas. Sei que vou perder tudo. Entramos numa floresta. Não paramos de andar. Ouve-se ao longe os gritos de horror e podemos notar o brilho das chamas.

Chegamos em outro país. Estamos passando muita fome, andando a tempos. Algumas pessoas armadas atacam nosso grupo. Eu caí, fui golpeado, vejo as pessoas correndo, fiquei para trás. Levaram minha esposa.

 

Acordei num lugar mais claro, mas tudo está destruído, muitas pessoas mortas, acharam que eu estava morto, mas acordei. Estou sozinho. Estou escondido numa floresta, quero muito ver minha família. Chega um temporal muito forte, estou muito ferido, o temporal passa. Estou me sentindo muito mal, pois fugi e não consegui defender minha família, me sinto um fracassado.

 

Eu morava naquele castelo com minha família.

 

Vivi naquela floresta por algum tempo, sozinho, estava perdido, caio, parece que vou dormir, estou muito cansado.

 

Fim da encarnação e início do período inter-vidas:

 

Aparece uma espécie de túnel de luz, entro nele. Chego num lugar branco, quase não consigo ver devido a claridade.

 

Vejo uma mulher, é um hospital. Ela tem a pele muito clara, disse que ainda preciso ficar deitado. Estão cuidando de mim. Acho que não vou mais ficar sozinho. Ainda estou com medo, pois me tiraram tudo, sinto não ter mais nada.

 

O tempo passou, melhorei, já consigo andar.

 

Estou agora num lugar lindo. Tem um rio, grama muito verde, lindas árvores. Existe um homem, me lembra a imagem de Jesus, ele sorri para mim.

 

Início do ponto ótimo, quando se desliga da situação do trauma antes arquivado no mental inferior:

 

Estou muito feliz. Meu cachorro está aqui. Minha esposa que havia sido levada está aqui. Tem muita gente feliz em ver, estamos todos bem, todos os mortos na verdade estão vivos, aqui.

 

Sinto uma sensação estranha de dever cumprido. Ninguém morreu, estão aqui.

 

Nos organizamos em grupos e ajudamos pessoas que chegam. Elas chegam como eu cheguei e auxiliamos na melhora delas. Levo elas de encontro as pessoas amadas.

 

Participo de muitas aulas. O homem que lembra Jesus está na beira do rio, ele me chama atenção, pois está sempre com muitas crianças sorrindo.

 

Caminho em direção a uma luz, tudo muito claro, me sinto muito leve. Todas as dores passaram, estou feliz, calmo, o sorriso do homem me passou muita confiança e muito respeito.

 

Ele fala comigo, só que é estranho, pois é mentalmente. Me diz:

 

“Mantenha-se confiante, alegre, estável e com força. Não se preocupe tanto, seja quem é, sempre estarei aqui para te ajudar, mas tenha mais cuidado com as pessoas falsas, que se abusam da tua pureza. Mantenha-se confiante sempre, pois no final, tudo vai dar certo.”

 

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Os traumas que encarnamos para tratar, estão alojados em nosso mental inferior, acessando o corpo astral (emocional) e assim “sentimos’, moldando assim nosso cérebro, criando uma personalidade pela somatização dos hábitos. A mudança da mente acarreta pela mudança do cérebro, através do alinhamento do foco e somatizações de novos hábitos.

 

No caso de L. C. M, este personagem antigo se fazia presente em situações onde o gatilho envolvia família e recursos financeiros. Tinha muito medo de perder tudo (mesmo tendo tudo). Sentia uma culpa em relação a familiares, o fazendo sempre ajudar, resolver problemas dos outros ao ponto de esquecer de si mesmo.

 

A sensação de culpa da vida passada se fazia presente nesta. A sensação de perder tudo se fazia presente nesta, sendo que estes aspectos L. C. M renasceu para purificar.

 

L. C. M entendeu que estas sensações eram de outra passagem, e que nesta, nasceu para trabalhar a autoconfiança e o não desistir, acreditando muito em si mesmo, alinhando seu foco e metas para este caminho, através de leituras edificantes e mudança pessoal.

 

Após a regressão, L. C. M disse estar sentindo um grande alívio, como se um grande peso tivesse sido retirado. Esta sensação é normal após a regressão, pois existe a limpeza de faixa, onde a sintonia antes ressonante no trauma passa a ficar sintonizada no ponto ótimo, limpando assim este espaço no mental inferior, abrindo oportunidades de crescimento pelo autoconhecimento e noção da missão reencarnatória.

 

Ensinamento de Joanna de Ângelis:

 

“A existência terrena é toda uma oportunidade para enriquecimento contínuo. Cada instante é ensejo de nova ação propiciadora de crescimento, de conhecimento, de conquista. Saber utilizá-lo é desafio para a criatura que anela por novas realizações. Desse modo, quem se detém nas sombrias paisagens da culpa ainda não descobriu a consciência da própria responsabilidade perante a vida, negando-se à benção da libertação. ”

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