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Paciente: F. C

Idade: 32 anos

Religião: Espírita

Ano e mês do atendimento: 2/2019

Ego tratado nesta regressão: Ego infantil inferior

Tipo de regressão: Desligamento e conscientização

Problema que o fez procurar ajuda: Sensação de abandono.

 

Enfatizamos que a Psicoterapia Reencarnacionista tem como uma de suas principais diretrizes, um absoluto respeito à Lei do Esquecimento, ou seja, realiza Regressões obedecendo a Lei do Esquecimento, conforme cita o “Livro dos Espíritos”, na questão 399 a respeito do “Esquecimento do passado”:

 

“Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse.  Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade. ”

 

Caso

 

F. C. buscou atendimento devido a uma sensação de abandono. Medos diversos relacionado a esta sensação. Neste caso, tivemos uma experiência diferente, a qual vamos relatar e explicar ao final.

 

História da regressão: O antigo vilarejo e a sensação de solidão

 

Início da regressão

 

Um lugar muito antigo, sou uma mulher jovem, vestido comprido branco, estou em meio a uma rua.

 

Estou sozinha ali. Parece que procuro alguma coisa, sinto estar presa, preciso sair, uma sensação, mas não consigo.

 

Não sei porque fico parada ali. Analiso tudo agora. Mas sinto esta sensação de não poder sair. Tem carruagens mais a frente.

 

Sinto que preciso fazer algo, mas ninguém fala comigo. Estou me sentindo muito sozinha, olhando tudo a volta, mas sentindo muita solidão.

 

Agora estou numa mesa sentada, muitas frutas na mesa. Tem uma menina, alguém servindo um chá. A menina sorri, como se estivesse feliz comigo. Come algo, e os pés balançam no ar. Parece minha filha. Tem umas trancinhas. Está feliz me olhando. Ela realmente está muito feliz. Alguém chegou, ela levanta. É um homem. A criança não está mais feliz, pois o homem trouxe alguma notícia muito ruim.  

 

A menina começou a chorar e saiu, ele olha com pena para mim. Me sinto muito triste, pois alguém morreu na guerra. Abraço a menina, todos estamos muito tristes. Agora somos apenas eu e ela.

 

Vejo um gramado verde, estou sozinho com um vestido branco, o tempo passou, estou mais tranquila, a criança não está ali, estou sozinha novamente.

 

Chega um rapaz num cavalo e me chama. Estamos felizes juntos. Penso na menina, ele me diz que está tudo bem, andamos juntos de cavalo e já é pôr do sol. Chegamos num vilarejo. O tempo passou, estou preocupada com a menina, fiquei um tempo longe com ele. Quando chego na antiga casa, não têm mais ninguém. Preciso encontrar minha menina. Não vejo mais ninguém conhecido no vilarejo, não sei o que faço.

 

Está chegando a noite, não sei onde está a menina, pergunto para o rapaz, porque está me deixando ali. Ele está se despedindo, digo que não quero ficar sozinha. Ele vai embora, eu fico ali.

 

O tempo passou, não vi mais ninguém, acredito que fui abandonada. Estou sozinha numa casa escura. Porque ele me deixou ali?

 

Vejo uma vela na mesa, é o único ponto de luz. Olho para a vela, triste. Não sei porque estou aqui sozinha. Agora caminho por esta vila, sinto minha testa enrugada, estou muito velha.

 

Fui numa vianda. Estou com os cabelos bem branquinhos. Dificuldade em caminhar. Estou curva nas costas.

 

Sinto uma grande sensação de abandono e solidão. Estou voltando, vagarosamente para casa. Tudo no vilarejo mudou, preciso chegar em casa. Estou muito cansada. Andando muito devagar. Quase não consigo andar.

 

Estou parada, não consigo me mover, não consigo. Caio. Estou muito cansada.

 

Fim da encarnação e início do período inter-vidas:

 

Sinto meu corpo flutuar, mas não entendo o que está acontecendo. Será que morri. Me vejo flutuando, subindo...

 

Início do ponto ótimo, quando se desliga da situação do trauma antes arquivado no mental inferior:

 

Estou sentada num banco, outro lugar. Alguém sentou ao meu lado. O nome dele é Manuel. Ele pegou minha mão, mas não fala. Mas é estranho, pois sei o que ele pensa e ele sabe o que eu penso. Me diz: “Não queria me encontrar? Estou aqui. “

 

Ele diz: Estou muito feliz em te ver aqui. Pergunto sobre a menina, ele apenas sorri. Estou muito pensativa.

 

Estou em outro lugar, desencarnada, o tempo passa, mas não sei se estou pronta para reencarnar. Manuel diz: “Você sabe que não vai ser fácil, mas confio muito em ti”.

 

Ele diz que tenho coisas a fazer e não posso perder meu foco. Ele me diz que nunca, nunca estou sozinha e ele está sempre comigo. Me diz que não preciso ficar me cobrando tanto, para deixar as coisas fluírem. Ele coloca a mão no meu coração, sinto uma sensação muito boa.

 

Ele diz (pensa): “Quando você estiver humana, as coisas não serão tão fáceis como aqui, mas estou contigo. Quando se sentir perdida, apenas procure reentender tua grandiosidade. Seja forte as tendências humanas. “

 

Não precisa achar respostas racionais em tudo, apenas procure sentir mais, com o coração. Está na hora de você voltar, ele me diz para não ficar preocupada, pois estou pronta.

 

Nos levantamos do banco, estou indo, ele me olha e sorri. Algo parece me puxar, aos poucos me deixo levar. Estou indo, não sei para onde. Ele me diz pelo pensamento: “estou sempre contigo”.

 

Vejo uma criança, cabelo curto, mas sou eu mesmo, nesta vida, me vejo de fora numa situação desta vida.

 

Vejo (nome de uma criança da família) bebezinha, tenho uma ligação linda com ela.

 

Vejo a (criança da família) e (outra criança da família) de mãos dadas, brincando, muito tranquilas. Achei a criança (criança perdida no início da regressão está reencarnada na família).

 

Sinto uma felicidade incrível, pois entendo.

 

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Neste momento, uma situação não casual ocorre. F. C diz ter sido levada até a casa da mãe, que mora numa cidade do interior do RS. Diz ver sua mãe sentada na mesa, e junto a ela, seu irmão, vestindo uma roupa toda preta (o irmão de F. C desencarnou m um acidente a mais ou menos 5 anos). Ele está brabo, não fala comigo, está muito chateado.

 

Neste momento, na consulta, realizamos um trabalho de apometria, o qual iremos relatar abaixo na íntegra:

 

Neste momento, eu (Saimon) peço a presença dos guardiões do trabalho na casa da mãe de F. C. sentimos muitos seres chegando, criando um campo de força. Envolvo o irmão de F. C numa bolha rosa, dentro da bolha rosa, desce um raio de luz. O irmão de F. C tenta fugir do ambiente, mas o raio de luz parece adormecê-lo. Neste instante, abre-se uma espécie de portal. Deste portal, muitos homens e mulheres vestidos de branco chegam e ao redor da bolha rosa, onde ele começa a adormecer com o raio de luz, que entra direto em seu coronário (chakra localizado no topo da cabeça). Eles emanam uma luz branca de suas mãos. Ele aos poucos vai caindo. Neste momento, solicitamos o desligamento dele com entidades de baixa vibração, quebramos hipnose e cortamos fios magnéticos obsessores presos aos chakras (com pulsos magnéticos utilizados na apometria). O irmão de F. C adormece totalmente. Neste momento, deste portal de luz, chegam irmãos com uma espécie de maca. Junto a eles o tio de F. C, já desencarnado a muitos anos. F. C começa a chorar, pois diz que ama muito este tio. O tio acena com a mão, faz um sinal de agradecimento. O irmão de F. C é colocado numa maca e levado por este portal, junto as pessoas de branco que estavam junto (um grande grupo). O portal se fecha, os guardiões realizam um tipo de limpeza no ambiente e aos poucos vão sumindo. F. C acorda, dizendo sentir um alívio muito grande e uma imensa alegria. Sente uma sensação inexplicável, dizendo que seu irmão está bem agora, e finalizamos a consulta.

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Nota: neste caso, F. C foi desligada da sensação de abandono, pois estava sintonizada naquela vida, quando era aquela senhora que vivia doente e sozinha. Disse entender as sensações que sentia anteriormente e diz estar sentindo-se mais livre, com uma sensação de leveza inexplicável.

Houve um encaminhamento do irmão, durante a consulta, onde o irmão de F. C, ainda preso neste plano, foi levado para tratamento no astral, pelos irmãos de luz.

Esta regressão mostra o quanto sensações de outra vida acabam por trazer sensações a encarnação atual, fazendo parte da reforma íntima o entendimento daquilo que devemos purificar em nosso corpo emocional e mental inferior.

Todos estamos aqui com uma missão, neste estágio chamado vida, e o autoconhecimento faz parte deste processo, quando nos abrimos para as verdades da alma, não sendo reféns de um personagem aprisionado no ego, mas sim, tratando este personagem, com a visão de que somos espíritos eternos, em estado de progresso evolutivo.

F. C está sentindo-se muito melhor e entendo pontos importantes da sua missão terrena, assim como, cuidando da menina antes perdida em outra vida, assim como da sua família.

Ensinamento de Joanna de Ângelis:

“A realidade divina desperta-me para que me conheça, assim descobrindo-me e identificando-me. A minha busca já não se veste de ilusão, mas, sim, de certeza do próximo encontro com a realidade. Sou o que sou, caminhando para um ser ideal. Aceito e aprimoro-me, a ninguém nada exigindo, a todos amando e, a mim, deixando-me dominar pela realidade. ”

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