A menina abandonada e o sentido da vida.

Paciente: G.F., sexo feminino, casada, branca

Idade: 28 anos

Religião: espírita

Ano e mês do atendimento: 11/2018

Ego tratado nesta regressão: Infantil inferior

Tipo de regressão: conscientização e desligamento

Problema que o fez procurar ajuda: possessividade e controle sobre tudo

 

Enfatizamos que a Psicoterapia Reencarnacionista tem como uma de suas principais diretrizes, um absoluto respeito à Lei do Esquecimento, ou seja, realiza Regressões obedecendo a Lei do Esquecimento, conforme cita o “Livro dos Espíritos”, na questão 399 a respeito do “Esquecimento do passado”:

 

“Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse.  Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade.”

 

Caso

G.F. buscou atendimento junto a Psicoterapia SS, pois tinha uma tendência a ser muito possessiva com pessoas. Sentia-se muito insegura no seu relacionamento, criando muitas histórias imaginárias devido ao medo do abandono. Tornava-se depressiva quando se sentia sozinha. Este comportamento trazia diversas barreiras nos relacionamentos pessoais.

História da regressão: A menina abandonada e o sentido da vida

Início da regressão

Após a meditação inicial e aumento de frequência, G.F. entrou em sintonia com sua mentora, dando início a regressão. A personagem da vida acessada era uma menina, com idade entre 6 e 8 anos. Vivia na época medieval, pois estava numa aldeia e ao longe podia avistar um castelo muito grande.

Não tinha pai, vivia com sua mãe nas ruas, pedindo esmolas. Sua mãe, apesar de jovem, contraiu algum tipo de doença, morrendo e deixando-a sozinha. A menina continuou nas ruas, pedindo esmolas, sentindo-se extremamente solitária.

Certo dia, uma família decidiu adotar a menina. Esta família trabalhava no comércio. A mesma sentiu uma pontinha de esperança, de ter uma casa, um lar e um pouco de amor, mas, o intuito da família foi colocá-la nos trabalhos domésticos. A menina, mesmo assim, ficou muito feliz de ao menos ter um lar.

Pouco tempo depois, a mulher que a tirou das ruas ficou grávida, e toda a atenção da família foi dada para o bebê, fazendo com que amenina novamente se sentisse abandonada e sozinha nos afazeres domésticos.

O tempo foi passando e a menina virou uma jovem, na casa dos 17 a 19 anos. Certo dia, estava lavando roupas em um rio, próximo a aldeia. Atrás dela, próximo ao rio, existia uma estrada de chão batido, onde muitos cavaleiros estavam passando, em direção ao castelo.

Um dos cavaleiros avistou a menina e ela notou o seu olhar. Alguns dias depois, a menina estava novamente lavando roupas e o cavaleiro apareceu e a convidou para conversar. Os dois se apaixonaram e algum tempo depois, decidiram constituir uma família.

O cavaleiro construiu uma cabana, com uma pequena plantação e criação de animais, próximo a este rio e a aldeia.

A próxima cena visualizada, mostrava a moça, um pouco mais velha, abraçando o cavaleiro, pois o mesmo estava indo para uma grande batalha.

A moça o abraçou e o mesmo se dirigiu ao grupo de cavaleiros que o aguardava e sumiu no horizonte.

O tempo foi passando, a moça ficando velha e o cavaleiro nunca retornava.

Na próxima cena, a moça agora era uma senhora, com idade avançada e sofria muito, pois, o cavaleiro nunca mais retornou (naquela vida). Tornou-se novamente solitária e depressiva, adquirindo uma doença da qual não procurou ajuda, morrendo, sozinha.

Fim da encarnação e período inter-vidas:

G.F. disse ter passado a sensação de abandono, sentia-se leve, como se estivesse flutuando (desencarnou daquela vida). A sensação era muito boa, parecia estar flutuando num mar de energia, até o momento que uma luz envolveu seu corpo, e ela foi subindo, subindo, subindo e acordou em outro local (acordou numa cidade do astral, para onde geralmente vamos após o desencarne).

Já no astral (o astral é a dimensão que vivemos após o estágio no corpo físico), disse estar numa espécie de hospital, sendo muito bem tratada.

Ela foi melhorando, melhorando, até o ponto onde um amigo espiritual a convidou para conhecer o local. Ao sair do hospital, estava numa cidade linda, em meio a natureza. As pessoas vestiam branco e as cores do lugar reluziam.

Ela fez amigos, estava sentindo-se muito bem. Foi convidada por um grupo para ir até um bosque, muito bonito.

Chegaram numa clareira, onde muitos seres estavam dançando, em forma de círculo. A convidaram para dançar. De início ela sentiu vergonha, mas todos eram tão iluminados e amigos, que ela foi. Ao dançar, sentiu-se livre, sublime. Uma pessoa estava a observando dançar. Quando ela se deu conta, era o cavaleiro que conheceu na vida que havia findado na terra.

Ela correu, se abraçaram (neste momento, G.F. chora de felicidade na maca, relatando a história) e ele disse que nunca a abandonou. Estavam sempre juntos em sonhos e quando ela estava triste, ele a abraçava, mesmo que ao estar encarnada, ela não a visse, devido a frequência das dimensões.

Ponto ótimo (onde a regressão acaba e a pessoa fica sintonizada positivamente):

Finalizando, ele disse: nunca mais precisa sentir esta sensação de abandono, pois somos eternos e a vida nunca acaba, foi apenas uma história para o nosso aprendizado. O infinito é a nossa verdadeira casa e o amor a diretriz de nossa existência.

--------------------------------

Quando ocorre uma regressão para conscientização e desligamento, corta-se o que chamamos de faixa vibratória, que é o trauma vivenciado na vida passada e ainda ativo nesta encarnação, devido ao fato de estar atuante no campo mental-inferior, acessando o corpo astral (corpo das emoções). No caso de G.F.

 

O gatilho nesta vida, que acessava este trauma, era o fato de pessoas queridas se afastarem, como pudemos verificar na regressão. Os relacionamentos eram complicados, devido ao controle, já que no inconsciente de G.F., quando o marido saia para trabalhar, parecia estar indo para a batalha (cavaleiro), podendo nunca mais voltar.

A grande lição de conscientização, foi o ensinamento de “nunca mais precisa sentir esta sensação de abandono, pois somos infinitos e a vida nunca acaba, foi apenas uma história para o nosso aprendizado. O infinito é a nossa verdadeira casa e o amor a direção de nossa existência.”

Todos estamos aqui para limpar nosso corpo emocional, através do autoconhecimento e entendimento. Os traumas que agem em nosso inconsciente, muitas vezes em forma de crenças limitantes, não necessariamente estão vinculados a esta vida, sendo assim, ver a si mesmo como um espírito eterno e não apenas como um personagem humano(persona), torna-se a ponte de libertação da mente encarnada para a consciência infinita.

Ensinamento de Joanna de Ângelis:

Ser feliz ou desventurado é-me opção voluntária.

Sou escravo da Lei, que me enseja progredir sem interrupção no tempo.

O que eu sou ou o que serei depende de mim.

A inspiração superior nunca me falta, porém, sintonizar com ela será aspiração pessoal.

Construindo as estruturas existenciais na mente, torná-las-ei realidade no percurso carnal.

 

Deseja participar de eventos e grupos destinados a evolução espiritual? Basta enviar nome e e-mail para o WhatsApp (51) 999014406 ou para o e-mail atendimento@saimonselau.com

Temos grupos gratuitos, para trabalhos de limpeza espiritual e reequilíbrio emocional, destinado a diversos casos envolvendo a área emocional e espiritual. Relate o seu problema.

Deixe sua mensagem pelo whatsapp, site ou ligue:

(51) 99711-4910 - ​ (51) 99901- 4406 (whatsapp)​

com Vanessa

Locais de atendimento (verificar disponibilidade):

Centro Holístico Divina Fonte

Rua Garibaldi 1102

Bom Fim - POA

Obrigado! Mensagem enviada.